O Imaginária do Local
e as Cores do Mundo
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 Cunhatai
Porã
"
la belle demoiselle, je t'aime "
Paris
Décembre 2005
Onde
você quer ir meu bem ?
Diga logo pra eu ir também você quer
pegar aquele trem ?
E naquele trem que eu vou também é
pra Ponta-Porã ?
Cunhatai Porã chero rai rô é
pra Corumbá ?
E lá que eu vou pegar um barco e descer o
rio Paraguai
cantando as canções que não
se ouvem mais
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 E
NECESSARIO
Tunis
Mars 2007
é
importante você
me saber acolher
como eu colho em você
esperanças de querer
me deitar ao seu lado de noite
e deixar que a paixão
me domine num abraço pretender
ser mais forte do que as leis
que me prendem a você
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Il
est important
que tu saches m’accueillir
Je
cueille en toi
les espoirs de vouloir
être à tes côtés
la nuit
de laisser la passion
dominer l'étreinte
et
de prétendre être plus fort que
les lois qui me prennent à toi
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Geraldo Espíndola nasceu em 1952, numa família
de músicos de Campo Grande, a capital do
Estado do Mato Grosso do Sul.
Esse Estado tem um terço de seu território
atravessado pela maior zona úmida do mundo,
o Pantanal, e reúne o maior número
de indígenas do Brasil (60.000 sobre os 500.000
sobreviventes indígenas do Brasil) após
a Amazônia.
O Estado do Mato Grosso do Sul, criado em 1977,
é uma região transfronteiriça
com a Bolívia e o Paraguai, o máximo
ao oeste brasileiro que os desbravadores de terra
puderam atingir no final do século dezenove
século, após a "Guerra do Paraguai".
Este Estado, de 2 milhões de habitantes,
tem uma superfície 2 vezes maior que a da
França e sua capital, Campo Grande, que agrupa
600.000 habitantes, é um dos mais importantes
centros econômicos de todo o Centro Oeste
do Brasil. A criação dos bovinos é
a atividade econômica essencial desta região
: atinge um número médio de 25 vacas
per capita.
O Pantanal, abrangendo o Mato Grosso e o Mato Grosso
do Sul, é uma das maiores reservas de biodiversidade
do planeta. Classificado como Patrimônio natural
da humanidade, o Pantanal está ameaçado.
A extensão da cultura da soja e a produção
bovina que aumentam a desertificação,
grandes projetos industriais e as mudanças
climáticas no Estado põe em perigo
os seus ecossistemas e a cultura indígena.
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Géraldo Espindola est né en 1952 dans
un famille de musiciens à Campo Grande, capitale
du Mato Grosso do Sul.
Cet Etat est traversé, sur un tiers de son
territoire, par la plus grande zone humide du monde,
le Pantanal, et réunit le plus grand nombre
d'indigènes survivants du Brésil (60
000 sur les 500 000 survivants indigènes recensés)
après l'Amazonie.
L'Etat
du Mato Grosso do Sul, créé en 1977,
est cette région frontalière de la Bolivie
et du Paraguay, la plus à l'ouest du Brésil,
que les défricheurs de terres de la fin du
XIX ème avaient pu atteindre, au moment de
la "Guerre du Paraguay". Cet Etat de 2 millions
d'habitants a une superficie égale à
2 fois celle de la France. Sa capitale, Campo Grande,
qui regroupe 600.000 habitants, est le centre économique
de tout le Centre-Ouest du Brésil. L'élevage
est l'activité économique essentielle
: le nombre moyen de vaches par habitant est de 25.
Le
Pantanal, situé à cheval sur le Mato
Grosso et le Mato Grosso do Sul, est une des plus
grandes réserves de biodiversité de
la planète. Classé Patrimoine naturel
de l'humanité, le Pantanal est pourtant menacé.
L'extension de la culture du soja et de la production
bovine, qui accroissent la désertification,
de grands projets d'infrastructures industrielles
et les changements climatiques mettent en péril
les écosystèmes et la culture indigène.
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Tuiuiú
chegou no concho do jacaré, pousou
onde dava pé
Na beira do Rio Taquari
Logo depois, então, eu vi
Um jaburu chegar de mansinho
posando pr'uma fotografia
Quase fim do dia, bem colorido
no pé da serra, na primavera
E tão bonito ver tanto bicho vivendo
livre por ali
Naquelas barrancas do Taquari
Dá até vontade de virar índio
Ficar contente, tirar a roupa
Entrar no rio, pegar corimbatá, sem
medo de arraia
É demais linda a natureza
Que não me traia, seja legal
Como meus amigos, minha mulher
e meu filho novo
Este, sim, terá um grande gozo se preservarmos
o Pantanal
Pantanal do tuiuiú-jaburu
Pantanal do bugio, da onça e do jaú
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Geraldo
Espíndola é com certeza um
dos mais importantes compositores da moderna
música popular brasileira de Mato
Grosso do Sul e certamente do País.
Músico e cantor de raro talento, Geraldo é um artista cuja sensibilidade
nutre-se da beleza singular e da cultura
extraordinária do meio natural e
humano que é o Pantanal, e das lutas
e esperanças daqueles que batalham
para sobreviver. Sua voz, às vezes
áspera, às vezes aveludada,
tira suas forças dessa terra, desse
ambiente natural, dessas batalhas. Mais
que um simples compositor, cantor e músico
de talento, Geraldo Espíndola é
uma legenda da música de Mato Grosso
do Sul e de toda a região Sudoeste
do Brasil
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Geraldo Espíndola est avec certitude
un des plus importants compositeurs de la
moderne musique populaire brésilienne
du Mato.grosso du Sud et certainement du
pays. Musicien et chanteur de rare talent,
Géraldo est l' auteur d’une des oeuvres poétiques
et musicales les plus intenses du “Mato
Grosso do Sul”. Il se nourrit de la
beauté singulière et de la
culture extraordinaire de ce milieu naturel
et humain qu’est le Pantanal ainsi
que des luttes et des espoirs de ceux qui
luttent pour survivre. Sa voix, tantôt
rocaille, tantôt velours, tire sa
force de cette terre, de cette nature et
de ses combats. Plus qu’un simple
compositeur, chanteur, musiciende talent,
Geraldo Espindola est une légende
de la musique du Mato Grosso do Sul et de
toute la région du sud-ouest du Brésil
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Atras
dos Camelotes
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Atrás
dos camalotes segue um espelho que reflete
aves e estrelas, seguem barcos, segue a
noite.
Atrás dos camalotes seguem sonhos
e coisas que só o rio sabe
Segue agosto e a melancolia pela brevidade
da vida.
As flores brancas são como bailarinas
a flutuar num fugaz instante
Da eternidade.
Atrás dos camalotes segue a inconsistência
da felicidade
Seguem quimeras de amor e os restos da noite.
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Quyquyho
Quyquyô
nasceu no centro
Entre montanhas e o mar
Quyquyô viu tudo lindo
Todo índio por aqui
Índia América deu
filhos
Foi Tupi foi Guarani
Quyquyô morreu feliz deixando
a terra para os dois
Guarani foi pro sul
Tupi pro norte
E formaram suas tribos cada um
em seu lugar
Vez em quando se encontravam
Pelos rios da América
E lutavam juntos contra o branco
em busca de servidão
E sofreram tantas dores acuados
no sertão
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O que foi que eu fiz
Se
o amor me tivesse assim chegado
Digamos que me sentiria alguém fugindo
ao perceber meus fardos
Enquanto me alegro penso encontrar um fado,
Deixe-me ser feliz, tudo vem da matriz,
a dor, a cicatriz, o vento e a raiz
Quem foi que disse não contermos
o verniz?
Que foi que eu fiz?
Me ensinou a mãe atriz aquele fado
que me diz:
quem eu perdi só me deixou saudade
Que foi que eu fiz?
Me ensinou a madrinha atriz
Um fado que diz pra eu ser feliz
Pra eu ser feliz
Pra eu ser feliz
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02/08/2005
Geraldo faz show, grava CD e vai à França
Oscar
Rocha
O músico Geraldo Espíndola, autor de clássicos
da canção sul-matogrossense – exemplo:
"Vida cigana", que compôs em 1978, conta
com cerca de 60 regravações –, passará
até o fim do ano por experiências inéditas.
No dia 11 de agosto gravará o primeiro disco ao vivo
– "Intimidade acústica" – ao
lado do irmão, o também músico Celito
Espíndola. "É a primeira vez que faço
um show somente com ele; já cantamos juntos com outros
irmãos, mas apenas nós dois no palco é
algo inédito", afirma. Na ocasião, também
registrará pela primeira vez "Vida cigana".
"Muita gente gravou, mas eu nunca tinha feito; finalmente
farei".
As novidades acontecerão nos próximos meses,
mais precisamente em novembro, quando embarca para a França,
onde realizará uma série de apresentações.
"Nunca trabalhei no exterior e, de cara, farei vários
shows, com possibilidade de viajar para outros países,
além da França. Na verdade, a gravação
que farei em Campo Grande é uma preparação
para as apresentações européias",
afirma.
O
convite para o tour no exterior é resultado dos contatos
que mantém há cerca de 3 anos com o economista
francês Léo Dayan. "Ele veio fazer palestra
na UCDB e, na época, me convidaram para cantar no
evento. Ele gostou muito das minhas músicas e das
interpretações, se oferecendo para divulgar
por lá meu trabalho". De volta ao país
de origem, Léo começou a abastecer o site
www.apreis.org – ligado à Universidade de Sorbonne
– com canções e informações
sobre Geraldo. Aos poucos, a musicalidade do sul-matogrossense
despertou a atenção de internautas europeus.
"Foi por causa desse interesse que recebi o convite
para as apresentações. Até agora, estão
confirmados 8 shows, grande parte deles na Costa Francesa,
num local chamado Rochelle, um em Paris e outro no norte
do país; mas, com certeza, até a data do embarque
deverão ser agendados outros compromissos",
prevê.
Quando
questionado sobre o motivo do interesse dos europeus em
torno de sua música, acha que o encantamento surge
do distanciamento que faz de certas fórmulas. "Eles
estão cheios de música feita com muita orquestra,
com ornamentos demais. Estão atrás de algo
mais simples, mais acústico, da forma que venho fazendo.
Tem também esse lance de ser mais primitivo, segundo
o ponto de vista deles. Não posso esquecer que também
a parte referente ao Pantanal sempre chama atenção".
A intenção de Geraldo é divulgar na
Europa o disco ao vivo que gravará. "Sei que
a parte do meu trabalho que as pessoas mais gostam por lá
tem a ver com o formato acústico, por isso quero
levar este material", planeja.
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GERALDO ESPINDOLA
em tourné ao França
2005
O
cantor e compositor Geraldo Espíndola realizou
em Dezembro de 2005 uma tourné pela França,
encerrada na Universidade de Sorbonne, Paris. A série
de oito concertos levou o título de Passion
Concert.
A realização dos espetáculos
de Geraldo Espíndola na França foi da
ONG APREIS e seu parceiro artístico Lez'arts
des Mondes ,que também produziu os concertos,
que fizeram parte da programação do
Ano do Brasil na França, série de eventos
culturais brasileiros realizada naquele país
em 2005. Espíndola foi o único artista
sul-mato-grossense a participar do Ano do Brasil na
França. Luca Maribondo

Arrivée
à La Rochelle Chegada à La Rochelle

Une répétition
à Paris Uma repetição em
Paris

Pause
à Royan-Saint Georges de Didonne Uma pausa à Royan
Le
chanteur-compositeur Geraldo Espíndola a
réalisé, en décembre 2005,
une série de huit concerts en France qui
s'est achevée par un concert exceptionnel
à l'Université de Paris I Panthéon
-Sorbonne.
La série de concerts de Geraldo Espíndola
en France, qui portait le nom de Passion Concert,
a été conçue, produite et réalisée
par APREIS et sa partenaire artistique Lez'arts
des Mondes avec l'aide, pour les concerts parisiens,
du Magistère de Relations Internationales
de l'université de Paris I Sorbonne dans
le cadre de la programmation de l'Année du
Brésil en France, série d'événements
culturels brésiliens réalisés
dans ce pays tout au long de l'année 2005.
Geraldo Espíndola est le seul artiste du
Mato Grosso do Sul qui a été invité
à participer à l'Année du Brésil
en France. Luca Maribondo
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L'équipe de la tournée A equipa da tourné
La voix française en off A segunda voz em françés

L' équipe parisienne
d'accueil A equipa
parisiense de acolhimento

En
concert privé Em
concerto privado
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Irupes / Vitória
Régia
21/12/2005
Um
pantaneiro encanta os franceses
Oscar
Rocha
Paris é uma festa ? Para um dos músicos mais
importantes de Mato Grosso do Sul, a resposta é sim.
Não só Paris, toda a França. Ou melhor,
aqueles locais por onde Geraldo Espíndola se apresentou
durante 15 dias em que esteve no País – ele
voltou ao Brasil na semana passada.
O convite inicial era somente para apresentações
na Universidade de Sourbonne, em Paris, mas a estada transformou-se
em excursão por diversos pontos do País. "Fui
até cidades litorâneas mostrar a minha música,
tendo recepção extremamente calorosa. Em Paris,
também foi muito bom", afirma o músico.
Por causas das performances, recebeu denominações
como "Bob Dylan do Brasil" e "Ataualpa Yupanqui
pantaneiro" e ainda realizou um sonho: gravou DVD com
o show na Sourbonne, além de cenas nas ruas de Paris
e entrevista. "O melhor de tudo é que trabalhei
com pessoas de altíssimo nível. Pessoas que
fizeram tudo para que minha estada por lá fosse a
mais maravilhosa possível; foi isso que possibilitou
que gravasse o DVD", destaca o músico.
Além da musicalidade, Geraldo também levou
para lá informações e imagens do Pantanal,
que sempre despertam interesse do público local.
"Eles têm conhecimento das coisas da América
Latina e do Brasil, incluindo o Pantanal. Há muitos
estudos sobre as nossas questões por lá. A
França é um país irmão do Brasil
na Europa, tem um povo que se parece muito com o brasileiro",
aponta.
O sucesso da temporada pode ser constatado pela vendagem
do CD mais recente do músico, o registro do show
"Intimidade acústica", que aconteceu no
Teatro Prosa, em agosto deste ano, apresentando seus principais
sucessos em versões despojadas. "Levei 100 exemplares
e vendi tudo, muita gente ficou sem. Tive muitos pedidos".
Os shows de Geraldo, num primeiro momento, não fariam
parte da programação do Ano do Brasil na França,
era iniciativa independente. Porém, terminou entrando
e se tornou uma das últimas realizações
do evento. A temporada rendeu outras possibilidades internacionais
para o músico. Houve contatos para apresentações
em 2006 no Estados Unidos – mais especificamente no
Texas – e no Japão.
De volta ao Brasil, Geraldo possui dois projetos imediatos.
O primeiro é lançar oficialmente o disco "Intimidade
acústica". "A primeira prensagem foi para
vender na França, agora farei a comercialização
por aqui". O outro será o lançamento
do DVD gravado na França. "Aguardo a chegada
do material feito por lá. É um momento muito
bonito da minha carreira", destaca o músico.
Geraldo também se propõe a nova alternativa
poética das letras de suas canções.
"Quero misturar em minhas músicas palavras em
francês, português, espanhol e guarani; fiquei
muito inspirado com a viagem na França". Outra
atividade é a realização da trilha
sonora do primeiro longa-metragem de Arlindo Fernandez.
Mal desfez as malas, Geraldo assumiu compromisso profissional.
Na sexta-feira, esteve em Corumbá se apresentando
ao lado de coral infantil, no evento do Projeto Monumenta,
que contou com a presença do ministro da Cultura,
Gilberto Gil.
No sábado, participou do show de Almir Sater. "Fazia
tempo que não me apresentava com ele e foi um encontro
muito especial. Cantei várias canções
de minha autoria".
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GERALDO ESPINDOLA
em tourné ao TUNÍSIA
2007

Départ
de Paris Partida
de Paris

Arrivée à Tunis Chegada em Túnis

Pause
à Hammamet
Uma pausa à Hammamet

Kairouan

Concerto
em Kairouan


Kairouan
Não
violência
Não
violência, naõ violência,
não violência não
Do que adianta, ter paciência, se
a violência está dentro de
ti
Como as raízes de uma árvore
para o chão?
Do que adianta lutar por tanta natureza
dentro e fora
Se os teus homens tão lunares,querem
usinas nucleares
Prá ter nas mãos o medo
invisível,violência imprevisível
?
Derretam balas e canhões e artefatos
de guerra
Façam as pazes entre nações,vamos
nos amar na terra
Que a era que era do homem fera passou
Não
violência, naõ violência,
não violência não
Tire
esse peso da consciência, acabe já
com a violência
Que te domina, te alucina, que nos leva
a dormência da morte
Por tiro, por bombas dos tiranos
Derretam balas e canhões e artefatos
de guerra
Façam as pazes entre nações,
vamos nos amar na terra
Que a era que era do homem fera passou
Não
violência, não violência,
não violência não
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Quem
sabe ?
Luis Martinez Ruiz/Geraldo Espindola
O
índio pré-colombiano
Quem sabe se chamou beijo
Ao idílico sucesso
Tão embriagante, como veio
Quando Eva veio até Adão
Não sei como chamariam
No que desatariam
Seus lábios em colisão.
Aquela doce missão
Outros a continuariam
Quem
sabe
Se o Índio Pré-colombiano chamou
beijo
Ao feliz acidente
Tão embriagante, que adveio
Quando Eva chegou até Adão
E que nome dar
Ao que seus lábios
justapostos provocaram ?
Aquela saborosa missão
Outros a perpetuaram
A
minha alegria é visível.
Mesmo por uma noite sem lua.
Contar-me uma a uma ?
Para o homem é impossível |
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Concerto
em Túnis



L'équipe
de la tournée A
equipa da tourné
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